Flôres no Vaso – Dnar
☆ 1932 ☆ – † 2006 †
Descrição: É uma das poucas obras em medidas 70×50 feitas por Dnar.
Técnica: Óleo sobre Tela
Tamanho: 70 x 50 (Tela)
Escola: Expressionismo Mineiro, da geração de 1950.
Ano: 2003
Valor estimado: R$ 20.000,00
Ultimo lance recebido: 10 Parcelas de R$ 1.000,00
VideoArte: Flôres no Vaso
Conheça o Artista
“…Possuindo pleno domínio da cor; na qual é fortemente influenciado pelo expressionismo, Dnar Rocha valoriza sobretudo os brancos em suas telas, que se sobressaem de maneira admirável. Enfim, um pintor com amplo domínio de seu metier, que sem se preocupar com as vogais atuais, pinta a realidade mineira que o cerca, com talento…”
Geraldo Édson de Andrade – Revista “0 Cruzeiro” – Rio, 30.04.1985
“O expressionismo é uma tendência antiga (remonta a Mathias Grijnewald). Tendo Van Gogh como real precursor, se concretizou na Alemanha por volta de 1925, expandindo-se pelo mundo. No Brasil atual, a nova geração figurativa tem o expressionismo como estilo preferido. Muitos são jovens que refletem o dramático espírito da nossa época em linguagem sombria, em linhas rudes e marcantes, próprias do expressionismo germânico. Um deles, de inegável talento, é Dnar Rocha (Tabuleiro, MG, 1932). Semelhante a seu conterrâneo Inimá, Dnar tem incontestável talento para a cor, o desenho geometrizado, a paisagem como estado de alma. Pessimista, sombrio, requintado na cor, Dnar vale o que pinta. Muito”.
Flávio de Aquino – “Revista Manchete” – Rio de Janeiro, 30.03.1985
Dnar pinta há mais de vinte anos. Ele se aproxima de uma pintura geometrizada, cujas formas centrais sempre são pintadas de branco. Este artista organiza o espaço das telas usando as formas coloridas da paisagem e mostra metonimicamente um ângulo de sua própria visão do exterior. O colorido do branco pastoso, iluminado, está invariavelmente em contraposição as formas mais escuras que compõem suas paisagens urbanas. ”
Radha Abramo -” Folha de São Paulo” 11.04.1984
“Dnar Rocha escapa aos modismos da pintura dos anos 80, mas revela um grande vigor em suas telas -paisagens, naturezas-mortas – nas quais transmite sua vivência do interior de Minas Gerais. Residindo em Juiz de Fora, integra-se à tradição de boa pintura mineira, fundamentalmente paisagística, representada por Guignard, Inimá de Paula, Nello Nuno, Carlos Bracher. Faz uma pintura densa, viril, com pinceladas ágeis e energéticas, mas bem realizada em seus contornos e no bom aproveitamento do branco como cor.”
Frederico Morais – “O Globo” – Rio de Janeiro, 17.03.1985
Acompanha a Obra
- DVD com o VideoArte
- Certificado de origem – Acervo Nacir Sales
- Moldura
Faça Sua Proposta
